Míssil norte-coreano não representa ameaça à América do Norte

Em uma breve aparição conjunta, Abe disse que o lançamento de mísseis é "absolutamente intolerável" e exortou a Coreia do Norte a "cumprir plenamente as resoluções de segurança pertinentes [da Organização das Nações Unidas, ONU]". "Eu só quero que todo mundo entenda e saiba perfeitamente que os Estados Unidos estão ao lado do Japão, é um grande aliado, 100%". A AP relata que Trump, que falou depois de Abe, não emitiu qualquer opinião sobre o teste de míssil em si, reafirmando apenas a aliança entre os EUA e o Japão. Voou 500 quilómetros antes de cair no mar. Entretanto, autoridades japonesas garantiram que o míssil não atingiu suas águas.

Na conferência de imprensa, diz a BBC, Shinzo Abe afirmou que Trump lhe assegurou que estava empenhado em "reforçar a aliança" entre os dois países.

As declarações ocorrem após a Coreia do Norte lançar um míssil balístico rumo ao Mar do Japão, o primeiro desde que o presidente americano assumiu o cargo, em 20 de janeiro.

Em outubro do ano passado, a Coreia do Norte tinha disparado dois mísseis Musudan a partir da mesma base aérea.

Seul advertiu, esta semana, que a Coreia do Norte poderia estar a preparar "novas provocações" por volta de dia 16, altura em que se comemora o 75.º aniversário do nascimento do "querido líder" Kim Jong-il - pai do atual dirigente do país, Kim Jong-un, conhecido por ter impulsionado o programa de armas nucleares -, segundo afirmou o primeiro-ministro e Presidente sul-coreano em exercício, Hwang Kyo-ahn.