Asiáticos pedem apoio de Putin contra Coreia do Norte

Pyongyang celebra sexto teste nuclear com fogo de artificio

Pyongyang celebra sexto teste nuclear com fogo de artificio

Abe e Jae-in afirmaram que é preciso fazer pressão para que Kim Jong-un abandone completamente o programa nuclear.

O embaixador dos EUA, Nikki Haley, disse em uma reunião de emergência do conselho, após o sexto e maior teste nuclear da Coreia do Norte, que a administração Trump quer colocar a resolução para votação na segunda-feira, 11. Ri é um ex-diretor do Centro de Pesquisa Nuclear de Yongbyon, principal instalação nuclear da Coreia do Norte ao norte de Pyongyang, onde Hong também trabalhou como engenheiro-chefe.

"Tampouco quer ver o que está ocorrendo ali (na Coreia do Norte)". "As ações da Coreia do Norte representam uma ameaça para a paz e segurança na região", apontou Putin.

Agora, quer alargá-las à economia norte-coreana, contra sectores como o petróleo, ou a pesca, para evitar que Pyongyang continue a financiar o seu programa nuclear, indicou à agência de notícias France Press fonte diplomática europeia.

O ministro de Assuntos Exteriores da China, Wang Yi, afirmou nesta quinta-feira (7) que seu país apoiará novas medidas contra a Coreia do Norte após o último teste nuclear realizado pelo regime de Kim Jong-un.

Os Estados Unidos e aliados se preparavam para outro lançamento de míssil de longo alcance a tempo para o 69º aniversário da fundação da Coreia do Norte no sábado, mas não foram observadas novas provocações enquanto o Norte realizava numerosos eventos para marcar o feriado.

A proposta norte-americana para uma nova ronda de sanções inclui o embargo das exportações de petróleo para a Coreia do Norte. Também tem conhecimento do modo de vida dos seus dois vizinhos: a Coreia do Sul, um estado capitalista, com uma economia pujante, e a República Popular da China, um país socialista que se integrou na economia de mercado internacional com desenvolvimento e crescimento económicos assinaláveis nos últimos anos.

A realização dos exercícios militares coincide com a apresentação hoje de um novo submarimo de 1.800 toneladas de classe 214 para a Marinha sul-coreana, cujo início de operações está previsto para 2019.