Os terríveis recordes do Irma

Passageiros aguardam no aeroporto de Miami

Passageiros aguardam no aeroporto de Miami

Florida sobreviveu ao Irma, mas enfrentará uma longa e dura batalha a partir de agora para lidar com os danos provocados pelo furacão mais potente a atingir os Estados Unidos na última década. Quem ficou, tomou as precauções como pôde, como a instalação de madeiras compensadas nas janelas, estoque de água e de comida.

Um milhão e 300 mil pessoas ficaram sem eletricidade quando o Irma chegou à costa da Florida.

O furacão perdeu força gradualmente e se tornou uma tempestade tropical na manhã desta segunda-feira, segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA.

Por volta das 19h, já era possível sair de casa e contabilizar os estragos em Pompano Beach (veja vídeo abaixo).

O porta-aviões norte-americano Abraham Lincoln chegou ao litoral leste do Estado norte-americano e duas embarcações de ataque anfíbias chegarão nesta terça (12) para ajudar em Florida Keys, onde o Irma tocou o solo no domingo na condição de furacão de categoria 4 em um escala que vai de 1 a 5.

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O Centro Nacional de Furacões dos EUA disse em um aviso que o centro do furacão atingiria o território das ilhas no sul da Flórida em breve.

O presidente americano, Donald Trump, declarou estado de catástrofe natural na Flórida, medida que permite ao governo desbloquear verbas e recursos federais suplementares para socorrer a península afetada pelo Irma. Agora, o Irma se desloca a uma velocidade de 24 km/h em direção ao noroeste.

O furacão Irma devastou várias zonas das Caraíbas, tendo provocado, pelo menos, 25 mortos, e arrasado com ilhas, como St. Martin, cujos relatos revelam que a passagem do furacão destruiu 95% da ilha.